Imagens do interior da Mina

História da Mina Cova dos Mouros *

*A mina não está aberta ao público, já que se encontra povoada por uma comunidade de morcegos em vias de extinção

A actividade extractiva da Mina de Ferrarias ocorreu na segunda metade do séc.XIX tendo sido requerida em 1868 por João Teixeira uma concessão para cobre para uma mina designada então por cova dos Mouros, por alusão a antigos trabalhos efectuados por povos muçulmanos( Gomes 1874, Lima 1890).
 

Até cerca de 1890 efectuaram-se galerias ao longo de dois filões (zonas de falha preenchida por calcopirite) com um comprimento total de 240m(Caeira) e 130m (Romeirosa) , distribuídas por 5 pisos situados a cotas(m) 162,152,137,125 e 112, localizando-se este último a cerca de 90 m de profundidade.

Através do poço Malacate(Romeirosa) era mescoados os produtos da exploração por meio da galeira transversal principal.

A análise da documentação dísponivel permite inferir que a exploração da mina das Ferrarias teve o acompanhamento de engenheiros da Manson & Barry (concessionária da Mina de S.Domingos) tendo sido levada a cabo em 1930 uma tentativa sem êxito de recomeço da actividade de extractiva na Cova dos Mouros(Lima 1930).
   
 
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